Sérgio Borges reaparece e entrega os bastidores que moldaram a política capixaba
A segunda parte da entrevista com SÉRGIO BORGES no CNBCast entregou exatamente o que muita gente sempre quis ouvir: história, bastidores e verdades que não cabem em release oficial.
Foi um mergulho potente na memória política do Espírito Santo — contado por quem viveu tudo de dentro pra fora.
Borges relembrou sua passagem pela CESAN, Telest e BANDES, citou decisões decisivas, explicou viradas importantes de gestão e revelou como a política capixaba se construiu (e se desconstruiu) nas últimas décadas. Sem vaidade, sem pose, só experiência de quem meteu a mão na massa.
Ele falou sobre o famoso leilão que colocou milhões nos cofres do Estado, do Banco do Povo que impulsionou microempreendedores, das negociações que mudaram rumos e até das broncas, empurrões e conselhos que recebeu dentro de casa — um capítulo à parte no jeito de ver a política.

O que chamou atenção foi o tom humano. No meio das histórias técnicas, Sérgio trouxe memórias de família, de professores, de gente comum que fez diferença na jornada dele.
E é aí que a entrevista cresce: quando política e vida real se encontram, tudo ganha camadas que números não mostram.
O CNBCast, dessa vez, conseguiu algo raro: tirar do silêncio detalhes importantes da construção política do Espírito Santo. Não para glorificar ninguém — mas para registrar.
Registrar porque a história do ES é feita de pessoas como SÉRGIO BORGES, que passaram por cargos pesados, viveram decisões difíceis e carregam nas costas capítulos que não podem se perder.
Para quem acompanha a política capixaba, essa entrevista é praticamente um documento. Para quem não acompanha, é uma aula de como gestão pública, escolhas pessoais e caráter constroem (ou destroem) trajetórias.
No fim, fica um ponto: ouvir histórias assim explica muito do que somos hoje como Estado — e ajuda a entender o que ainda precisa mudar.
PARTE 02
PARTE 01
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