Sob calor de mais de 40 graus, Caravana do Coração 10 percorre cinco municípios do Sul capixaba
Em plena primavera, temperaturas típicas de verão elevaram os termômetros, mas foi o calor humano que esquentou ainda mais a passagem de Lorenzo Pazolini por Apiacá, Mimoso do Sul, Muqui, Cachoeiro de Itapemirim e Atílio Vivácqua
Com termômetros marcando mais de 40 graus, o calor parecia antecipar a chegada do verão. Mas não foi apenas a temperatura alta que esquentou a terça-feira. O calor humano também ganhou espaço nas ruas com a passagem da Caravana do Coração 10, liderada pelo candidato ao Governo do Estado, Lorenzo Pazolini (Republicanos), que percorreu os municípios de Apiacá, Mimoso do Sul, Muqui, Cachoeiro de Itapemirim e Atílio Vivácqua. E, se o clima estava quente, o coração da campanha também seguia aquecido pelo entusiasmo e pela disposição de estar perto das pessoas.

Moradores interrompiam suas atividades para acompanhar a passagem da caravana. Gente que saía de casa, deixava por alguns instantes o trabalho, aproximava-se para um aperto de mão, um abraço ou simplesmente para olhar nos olhos do candidato e dizer o que esperava de um novo governo.

Gestos que têm se repetido pelos municípios percorridos e revelam, para além das manifestações de carinho, o desejo de uma gestão mais próxima das comunidades e da realidade de quem vive no interior.
A programação começou pela manhã, em Apiacá, município do extremo sul capixaba, conhecido pela tradição agrícola, pela presença da cafeicultura e pela hospitalidade característica das cidades do interior. Durante a caminhada motorizada, o contato com os moradores marcou a visita.

Entre cumprimentos e conversas, surgiram pedidos por melhorias nos serviços públicos, mais oportunidades e maior atenção às necessidades das famílias.
De Apiacá, a caravana seguiu para Mimoso do Sul, cidade de grande riqueza histórica e cultural, marcada pela tradição rural, pelos antigos casarões e pela beleza de suas paisagens. O município, que abriga o sítio histórico de São Pedro do Itabapoana, representa parte importante da memória e da identidade do povo capixaba.

Em Mimoso do Sul, a chuva chegou para mudar o cenário de sol forte que havia marcado o início da programação. Mas, se o tempo mudou, o calor não diminuiu, muito menos a animação de quem fazia questão de acompanhar a Caravana do Coração 10.

Mesmo com a chuva, moradores saíam de suas casas, deixavam seus comércios ou interrompiam por alguns instantes o trabalho para cumprimentar Pazolini, trocar um abraço, registrar uma fotografia e manifestar apoio à campanha.

Mais do que um aperto de mão, cada encontro representava uma oportunidade de falar sobre o cotidiano das comunidades, as dificuldades enfrentadas pelas famílias e a expectativa de que os serviços públicos estejam cada vez mais perto de quem precisa.

Essa tem sido uma característica recorrente por onde a Caravana 10 passa: pedidos por um Espírito Santo mais próximo das pessoas. Uma gestão que conheça a realidade dos bairros, dos distritos e das comunidades, que facilite o acesso à saúde, amplie as oportunidades de trabalho e qualificação profissional, fortaleça a segurança e ofereça mais atenção às crianças, aos jovens e aos idosos.

Na sequência, a caravana chegou a Muqui, município conhecido por seu patrimônio histórico e cultural, especialmente pelo conjunto arquitetônico de casarões preservados que guardam a memória do ciclo do café e fazem da cidade uma referência da história capixaba. Entre ruas que preservam as marcas do passado e a tradição acolhedora do interior, a passagem de Pazolini também foi marcada pelo contato com os moradores.

Pessoas se aproximavam para cumprimentar o candidato, registrar fotografias e manifestar apoio, aproveitando a oportunidade para conversar sobre as necessidades da cidade e o desejo de ver o desenvolvimento chegar cada vez mais perto das comunidades.

À tarde, a Caravana do Coração 10 chegou a Cachoeiro de Itapemirim, principal polo econômico do Sul capixaba e referência estadual na indústria de rochas ornamentais, no comércio e na prestação de serviços. Terra de Rubem Braga e Roberto Carlos, Cachoeiro também carrega uma forte identidade cultural e histórica, construída às margens do Rio Itapemirim e marcada pelo empreendedorismo de sua população.

E, se em Mimoso do Sul a chuva não havia esfriado os ânimos, em Cachoeiro não foi diferente. A chuva também marcou a passagem da caravana, mas não impediu que moradores acompanhassem o percurso e se aproximassem para cumprimentar o candidato.
Entre pessoas que saíam de casa, interrompiam o expediente nos comércios ou deixavam suas atividades por alguns instantes, repetiam-se os abraços, os pedidos de fotografias e as manifestações de apoio.

O contato olho no olho também abria espaço para conversas sobre o futuro do Estado e para um desejo que vem sendo manifestado ao longo das visitas: um Espírito Santo com uma gestão mais presente nas comunidades e serviços públicos mais próximos da população.
De Cachoeiro, a caravana seguiu para Atílio Vivácqua, município do Sul capixaba que tem na agricultura, especialmente na cafeicultura, e nas atividades econômicas ligadas ao campo parte importante de sua identidade. Na cidade, o contato com a população deu continuidade à agenda de encontros e conversas.

Moradores se aproximavam para cumprimentar Pazolini, trocar abraços, registrar fotografias e compartilhar suas expectativas. Entre as manifestações de apoio, também surgiam pedidos por melhorias nos serviços públicos, oportunidades para os jovens e mais atenção às necessidades das famílias, reforçando o desejo de uma gestão que esteja presente não apenas nos grandes centros, mas também nas pequenas cidades e nas comunidades do interior.
Para Pazolini, as manifestações de carinho representam também uma responsabilidade diante das expectativas de quem deseja mudanças e serviços públicos mais acessíveis.

“É emocionante receber tanto carinho por onde a nossa caravana passa. Cada abraço, cada aperto de mão, cada pessoa que sai de casa ou interrompe o que está fazendo para vir conversar conosco aumenta ainda mais a nossa responsabilidade. Esse calor humano se fortalece a cada município que visitamos. Mas sabemos que, junto com o carinho, vêm os pedidos de quem deseja um Espírito Santo mais próximo, com saúde perto de casa, segurança, oportunidades e uma gestão que conheça a realidade das comunidades. É isso que ouvimos todos os dias e é por essas pessoas que queremos trabalhar”, afirmou Pazolini.

Jornalista e corretora ortográfica. Atua na revisão, padronização e produção de conteúdo jornalístico, com experiência em rede de notícias e assessoria de imprensa, assegurando clareza, precisão e credibilidade da informação.




