Pazolini se reúne com representantes classistas das Polícias Civil e Militar e discute estrutura e modernização da segurança pública
O candidato ao Governo do Espírito Santo pelo Republicanos, Lorenzo Pazolini, se reuniu nesta segunda-feira (24) com representantes do Sindicato e da Associação dos Delegados da Polícia Civil e com membros do Clube dos Oficiais da Polícia Militar. Os encontros tiveram como foco a estrutura das instituições, efetivo nas ruas e a modernização das forças de segurança.
Atualmente, aproximadamente 42% dos cargos da Polícia Civil estão vagos. Na Polícia Militar, são aproximadamente 2 mil vagas em aberto para a atividade-fim, formada pelos policiais que atuam diretamente no policiamento e no atendimento à população.

A discussão ocorre em um cenário no qual a segurança pública permanece entre as principais preocupações dos capixabas. Os indicadores de violência mostram que os homicídios no Espírito Santo estão fortemente concentrados em determinados territórios e grupos, com a atuação de organizações criminosas e disputas relacionadas ao tráfico de drogas entre os fatores associados à violência letal. Por isso, o enfrentamento ao crime exige, além de investigação, inteligência, modernização, prevenção e presença policial qualificada.

Pazolini apresentou como referência a experiência desenvolvida em Vitória durante sua gestão à frente da Prefeitura, com investimentos na Guarda Civil Municipal, inteligência, tecnologia, integração com as polícias Civil, Militar, Penal, Técnica, Federal, Rodoviária Federal e IASES e valorização e qualificação do efetivo.
Os resultados registrados na capital incluem uma redução de 52,6% nas mortes violentas entre 2022 e 2025. Em 2025, Vitória registrou 36 o menor número de homicídios em 29 anos.

Para Pazolini, os resultados reforçam a necessidade de ampliar para todo o Estado uma política de segurança baseada em dados, integração entre instituições e investimentos permanentes.
“Segurança pública exige planejamento, inteligência e integração. Precisamos ter efetivo suficiente, mas também garantir tecnologia, equipamentos, infraestrutura e condições adequadas de trabalho. A Polícia Civil e a Polícia Militar têm funções diferentes e complementares, e o fortalecimento e a valorização das duas instituições sao fundamentais para investigar, prevenir e combater o crime”, afirmou.

A proposta é que o diálogo com as entidades representativas das duas forças continue na construção dialogada de proposições para a segurança do Espírito Santo, considerando as demandas de quem atua diretamente nas ruas e na investigação criminal.

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